EFEITOS DO TREINAMENTO FUNCIONAL NA AUTONOMIA FUNCIONAL, EQUILÍBRIO E QUALIDADE DE VIDA DE IDOSAS

Autores

  • Silvânia Matheus de Oliveira Leal Universidade Castelo Branco
  • Eliane Gomes da Silva Borges Universidade Castelo Branco
  • Marília Andrade Fonseca Universidade Castelo Branco
  • Edmundo Drumond Alves Junior Universidade Federal Fluminense
  • Samária Cader Universidade Castelo Branco
  • Estélio Henrique Martins Dantas Universidade Castelo Branco

DOI:

https://doi.org/10.18511/rbcm.v17i3.1045

Resumo

No processo de envelhecimento são observadas alterações biológicas, que alteraram o equilíbrio, a autonomia funcional, repercutindo na qualidade de vida do idoso. A prática sistemática de exercícios físicos pode minimizar este processo. O objetivo do estudo foi verificar os efeitos do treinamento funcional sobre o equilíbrio postural, a autonomia funcional e a qualidade de vida de idosos ativos. A amostra foi constituída de 96 idosas do Grupo Alegria de Viver de Feira de Santana-BA, dividida por sorteio em dois grupos: Treinamento Funcional (GF; n=48; 67 ± 6 anos) e Grupo Controle (GC; n= 48; 65 ± 5 anos). Utlizou-se os protocolos EEB(Escala de Equilíbrio de Berg), GDLAM (autonomia funcional) e qualidade de vida (WHOQOL-OLD). Os dados foram analisados através da análise descritiva e inferencial de Shapiro-Wilk (normalidade). Na avaliação intergrupos, foi utilizado o Teste de Kruskal-Wallis ou de ANOVA one way, quando apropriado, seguido do intervalo de confiança (IC), ou do Post Hoc de Sheffe, respectivamente. Houve apenas diferença significativa intra (?% = 24,88%, p = 0,0001) e intergrupos (?% = 42,22%, p = 0,0001) a favor do GF na EEB, na autonomia funcional nas variáveis C10m, LPS, LPDV, LCLC, VCT resultando no IG (?% = -37,14%, p = 0,001) e nos domínios referentes a autonomia, participação social, morte e morrer e intimidade, onde o índice o QVG-OLD do WHOQOL-OLD obteve (?% = -1,41%, p = 0,001). Concluiu-se, portanto, que o grupo GF apresentou melhor execução em todos os tempos dos itens avaliados no protocolo GDLAM, para a autonomia funcional, e,no EEB, para avaliação do equilíbrio estático e dinâmico; o que pôde contribuir para uma melhor performance nas ABVD, na autonomia funcional e na qualidade de vida das idosas.

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Biografia do Autor

Silvânia Matheus de Oliveira Leal, Universidade Castelo Branco

Mst Laboratório de Biociências da Motricidade Humana da Universidade Castelo Branco / Rio de Janeiro

Eliane Gomes da Silva Borges, Universidade Castelo Branco

Mst Laboratório de Biociências da Motricidade Humana da UCB/RJ

Marília Andrade Fonseca, Universidade Castelo Branco

Mst Laboratório de Biociências da Motricidade Humana da UCB/RJ

Edmundo Drumond Alves Junior, Universidade Federal Fluminense

Dr Coordenador do Grupo de Pesquisa Envelhecimento e Atividade Física Universidade Federal Fluminense/RJ

Samária Cader, Universidade Castelo Branco

Ph.D. Universidad Católica Nuestra Señora de La Asunción - Paraguai

Estélio Henrique Martins Dantas, Universidade Castelo Branco

Ph.D. Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Ciência da Motricidade Humana da Universidade Castelo Branco/Rio de Janeiro- RJ - Brasil

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Publicado

2010-01-14

Edição

Seção

Artigo Original