PREVALÊNCIA DE DORES NAS COSTAS EM ADULTOS PRATICANTES DE ATIVIDADE FÍSICA DE LAZER: ESTUDO DE BASE POPULACIONAL

Autores

  • Sidnei Jorge Fonseca-Junior Universidade do Estado do Rio de Janeiro UNIABEU Centro Universitário
  • Gigliola Rhayd Boechat Sallôto Uniabeu Centro Universitário
  • Andrette Rodrigues Universidade Salgado de Oliveira Faculdades São José
  • Wesley de Souza do Vale Universidade Salgado de Oliveira, aluno de mestrado.
  • Aldair José Oliveira Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, Departamento de Educação Física e Desportos.
  • Geraldo de Albuquerque Maranhão Neto Universidade Salgado de Oliveira. Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Ciências da Atividade Física

DOI:

https://doi.org/10.31501/rbcm.v30i1.12228

Resumo

O presente estudo teve os seguintes objetivos propostos: 1)Identificar a prevalência de indivíduos adultos ativos fisicamente com dores nas costas; 2) Identificar a prevalência de dores nas costas em cada modalidade esportiva praticada por adultos ativos fisicamente. Foram utilizadas as informações dos indivíduos selecionados para responder o questionário individual da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS). A amostra do presente estudo foi composta 15043 indivíduos, com faixa de idade entre 18 e 59 anos de idade, praticantes de atividade física, que responderam todas as questões selecionadas. A análise estatística dos dados foi realizada de maneira descritiva, para análise da prevalência de indivíduos adultos ativos fisicamente com dores nas costas e, ainda, entre os praticantes de cada modalidade de atividade física relatada. Nos resultados foram apresentados valores de 2055 (15,9%) indivíduos adultos ativos fisicamente com dores nas costas. A prevalência em mulheres (19,6%) e em adultos de meia idade (24,2%) tende a ser maior que em homens (12,0%) e em adultos mais jovens (12,6%), respectivamente. A caminhada foi a atividade mais procurada e a prevalência entre praticantes foi de 20,3%. Outras atividades que podem trazer benefícios às dores nas costas apresentaram prevalências consideradas altas. Por modalidades específicas de atividade física, os valores de prevalência de dores nas costas são variados quando a população é dividida em grupos por sexo e idade. Os valores de prevalência encontrados devem ser considerados preocupantes, principalmente no que tange à indicação de uma atividade física adequada e à prescrição de exercícios com o devido controle da intensidade.

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Biografia do Autor

Sidnei Jorge Fonseca-Junior, Universidade do Estado do Rio de Janeiro UNIABEU Centro Universitário

Professor da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, CAp-UERJ, Departamento de Educação Física. Professor do curso de educação física da UNIABEU Centro Universitário. Mestre em Ciências da Motricidade Humana; Doutor em Ciências Nutricionais.

Gigliola Rhayd Boechat Sallôto, Uniabeu Centro Universitário

graduação em Fisioterapia pela Universidade Gama Filho (2007), graduação em Educação Física pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (1997) e mestrado em Programa de Pós-Graduação em Vigilância Sanitária pelo Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde (2012). Atualmente é professora de ginástica e cineantropometria - ABEU Centro Universitário e professora e coordenadora técnica - G. R. Boechat Sallôto - Centro Físico Ltda.

Andrette Rodrigues, Universidade Salgado de Oliveira Faculdades São José

Mestrado em Ciências da Atividade Física, pela Universidade Salgado de Oliveira (2017);Pós Graduado em Anatomia Humana - Universidade Estácio de Sá (2016); Pós Graduando em Curso Livre de Acupuntura (término - 2020); Graduação em Fisioterapia - Faculdades São José (2014). Atualmente é professor auxiliar - (Faculdades São José) No curso de fisioterapia, ministrando disciplinas de: Neuroanatomia; Patologia Traumato-Ortopédica; Fisioterapia em Saúde Pública; Fisioterapia Desportiva; Fisioterapia em Reumatologia e Fisioterapia em Clínica Integrada Traumato-Ortopédica.

Wesley de Souza do Vale, Universidade Salgado de Oliveira, aluno de mestrado.

discente do programa de mestrado em Ciências da Atividade Física da Universidade Salgado de Oliveira (UNIVERSO), membro do Laboratório de Dimensões Sociais Aplicado à Atividade Física (LABSAFE) e membro pesquisador do Estudo Longitudinal dos Determinantes da Atividade Física (ELDAF).

Aldair José Oliveira, Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, Departamento de Educação Física e Desportos.

Graduação em Educação Física pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (2001), mestrado em Educação Física pela Universidade Gama Filho (2004) e doutorado em Saúde Coletiva pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (2011) e pós-doutorado em Saúde Coletiva pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (2013). Atualmente é professor adjunto da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro do Departamento de Educação Física e Desportos.

Geraldo de Albuquerque Maranhão Neto, Universidade Salgado de Oliveira. Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Ciências da Atividade Física

Possui doutorado (2008) e mestrado (2002) em Saúde Coletiva; e Licenciatura Plena em Educação Física (1997). Atualmente é professor do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Ciências da Atividade Física na Universidade Salgado de Oliveira.

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Publicado

2022-04-18

Edição

Seção

Artigo Original