APTIDÃO FÍSICA DE ALUNOS DO ENSINO MÉDIO PRATICANTES E NÃO PRATICANTES DE JIU-JITSU

José Augusto Vieira Gehre, João Maurício de Oliveira Coelho, Willson Botelho Neto, José Luiz Queiroz, Carmen Sílvia Grubert Campbell

Resumo


A força, a velocidade, a flexibilidade, a resistência, a coordenação e o equilíbrio, estão dentro das capacidades treináveis para o desenvolvimento do jiu-jítsu. O objetivo deste estudo consistiu em comparar a aptidão física e indicadores de crescimento de adolescentes com idade média de 16,04±0,62 anos que estão regulamente matriculados no ensino médio, praticantes ou não de jiu-jítsu. A amostra foi constituída por 25 alunos do ensino médio divididos em três grupos sendo, praticantes de jiu-jítsu iniciantes (GI=9), avançados (GA=7), e controle (GC=9) que não praticavam jiu-jítsu. Os adolescentes foram submetidos à avaliação de peso, altura, %G, pressão arterial de repouso, e uma bateria de testes de aptidão física sugerida por Gaya & Silva (2007). Para a análise estatística foi utilizada ANOVA one-way para as comparações entre os grupos, e a significância estatística foi de p<0,05. Com relação à pressão arterial sistólica de repouso foram encontradas diferenças significativas de GA quando comparada com GC (104,3±16,2; 121,2±11,7 mmHg). A força explosiva de membros superiores do GA foi estatisticamente diferente do GC (5,5±0,6; 4,2±0,8 m). Com relação ao teste de força de resistência abdominal foram encontradas diferenças significativas de GA e GI quando comparado com GC (55,4±8,6; 55,2±7,2; 41,7±6,6 rep?min-1). Concluiu-se que a participação dos adolescentes na modalidade jiu-jítsu contribuiu no aumento das capacidades relacionadas à força e os valores são aumentados com o tempo de prática, além de, os praticantes também serem beneficiados com o efeito protetor do exercício físico frente à pressão arterial.
Palavras chave: treinamento, pressão arterial, força, flexibilidade, testes físicos.

Palavras-chave


treinamento; pressão arterial; força; flexibilidade; testes físicos

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DOI: http://dx.doi.org/10.18511/rbcm.v18i2.1324

R. Bras. Ci. e Mov./ Brazilian Journal of Science and Movement