A IMPORTÂNCIA DA HIDRATAÇÃO HIDROELETROLÍTICA NO ESPORTE

Francisca Islandia Cardoso da Silva, Arcângela Mayara Luz Santos, Luciane Santos Adriano, Reginaldo de Sousa Lopes, Rosana Vitalino, Naiza Arcângela Ribeiro de Sá

Resumo


Este trabalho tem como objetivo fazer uma revisão de literatura sobre a hidratação e pesquisar sobre a importância da reposição hídrica durante a pratica do exercício físico. O exercício induz a perda hídrica através da sudorese, especialmente quando ele é realizado em um ambiente de temperaturas elevadas. Tal peda pode acarretar desidratação, alteração do equilíbrio hidroeletrolítico, dificuldade de efetuar a termorregulação e, desse modo, representa tanto um risco para a saúde como pode causar uma queda do desempenho esportivo. Levando-se em consideração o percentual de desidratação corporal relacionado ao peso, são desencadeadas diversas respostas fisiológicas que variam de um simples mecanismo de sede podendo chegar à insuficiência renal e circulatória. Estudos têm demonstrado que os atletas não fazem uma ingestão voluntária de uma quantidade de água suficiente previna a desidratação durante o exercício físico. Por esta razão, foram adotadas recomendações internacionais sobre o padrão de hidratação. Uma associação internacional, A National Athletic Trainer’s Association (NATA), recomenda a ingestão de 500 a 600 mL de água ou outra bebida repositória de duas a três horas antes do inicio da atividade e faltando 10 a 20 minutos para o inicio que haja a ingestão de 200 a 300 mL; durante o exercício, a reposição hídrica deve ter valores próximos ao que foi eliminado pelo suor e pela urina para que seja mantida a hidratação; ao termino do exercício a hidratação deve ser administrada para que haja uma correção das perdas hídricas que foram acumuladas pelo organismo. São sugeridas pelo ACSM e o NATA estratégias que facilitem a hidratação do atleta durante o exercício, que devem ser baseadas em mecanismos como temperatura e micronutrientes presentes no liquido.

Palavras-chave


equilíbrio hídrico; desempenho; reposição hídrica; termorregulação

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DOI: http://dx.doi.org/10.18511/rbcm.v19i3.1620

R. Bras. Ci. e Mov./ Brazilian Journal of Science and Movement