INFLUÊNCIA DA CAMINHADA NÃO SUPERVISIONADA SOBRE FATORES DE RISCO CARDIOVASCULAR - DOI: http://dx.doi.org/10.18511/0103-1716/rbcm.v21n2p39-48

Marilita Falangola Accioly, Camila Ferreira Leite, Jessica Rodrigues Almeida, Otavio Corrêa Miziara, Danielle Silva Yamamoto, Renata Cristina Oliveira Penha, Shamyr Sulyvan Castro

Resumo


O objetivo da presente pesquisa foi conhecer a influência da continuidade/interrupção da atividade física (AF) não supervisionada sobre fatores de risco cardiovascular. Foram voluntários desta pesquisa 40 frequentadores de um parque público para caminhada que responderam a um questionário e tiveram aferidas e calculadas as medidas de IMC, Índice Cintura-Quadril (ICQ), glicemia, colesterol total e triglicérides. Após seis meses, a mesma coleta de dados foi repetida. Benefícios físicos e bioquímicos foram observados apenas no grupo que praticou a AF (n=27), representados pela redução do ICQ (variação de -0,02; p<0,05) e dos níveis séricos de glicose (variação de -11,44; p<0,05) e triglicerídeos (variação de -27,83; p<0,05), sendo que o grupo que a interrompeu (n=13) apresentou aumento no IMC (variação de 0,22; p<0,05). Observou-se diminuição do ICQ e dos níveis séricos de glicose e triglicerídeos entre os que mantiveram a prática de caminhada e aumento no IMC dos que a interromperam. Estes achados podem servir como estímulo à prática de AF e fornecer subsídios para implementação de políticas de incentivo à realização de programas comunitários de AF.

Palavras-chave


Caminhada; Atividade Física; Índice de Massa Corporal; Doença Cardiovascular

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DOI: http://dx.doi.org/10.18511/rbcm.v21i2.3582

R. Bras. Ci. e Mov./ Brazilian Journal of Science and Movement