EFEITO AGUDO DE SALTOS INTERMITENTES NA ARQUITETURA MUSCULAR DO VASTO LATERAL EM ATLETAS DE VOLEIBOL - DOI: http://dx.doi.org/10.18511/0103-1716/rbcm.v23n2p51-58

Kelly Mônica Marinho e Lima, Antônio Márcio dos Santos Valente, Carolina da Silva Avancini, Liliam Fernandes de Oliveira

Resumo


Este estudo objetivou analisar o ângulo de penação do músculo Vasto lateral (VL), após um teste de saltos verticais intermitentes. Foi testado um grupo de 18 atletas do sexo masculino (28,38±4,00 anos; 1,92±6,62 m e 91,41±8,34 Kg) da Confederação Brasileira de voleibol do Exército Brasileiro. Duas imagens longitudinais do VL, a 50% do comprimento da coxa, foram adquiridas com um Ultrassom modo-B. Logo em seguida, os indivíduos realizaram um teste único do tipo Counter Movement Jump para avaliar a altura máxima do salto vertical (duas vezes, com intervalo de 45 segundos). A tarefa de saltos verticais intermitentes compreendeu quatro séries de 15 segundos de saltos máximos, com intervalos de 10 segundos entre as séries. Imediatamente após a tarefa, duas imagens do ângulo de penação foram novamente adquiridas na mesma região. Duas medidas do ângulo de penação foram feitas em cada imagem, totalizando oito medições por indivíduo. Os resultados deste estudo mostraram que houve redução significativa da altura dos saltos no decorrer da tarefa (35,77±4,67; 31,94±4,51; 27,04±3,93 e 22,60±3,66 cm para os intervalos de 0-15, 15-30, 30-45 e 45-60 segundos respectivamente), mas o ângulo de penação foi similar antes e após a realização da tarefa (12,72±2,26 ° e 13,71±3,40°, respectivamente). As correlações de Pearson entre as medidas do ângulo de penação, no pré e pós-teste intermitente, e as alturas em todos os intervalos foram fracas (0,034

Palavras-chave


Arquitetura muscular; Ultrassonografia; Teste de Saltos Verticais

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DOI: http://dx.doi.org/10.18511/rbcm.v23i2.5098

R. Bras. Ci. e Mov./ Brazilian Journal of Science and Movement