AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA NA MELHORA DOS COMPONENTES PSICOMOTORES DE CRIANÇAS DE 7 A 9 ANOS

Autores

  • Patricia Espíndola Mota Venâncio Unievangélica
  • Henrique Lima Ribeiro Universidade Cátolica de Brasília
  • David Henrique de Souza Matias Unievagélica
  • Carmem silva Grubert Campbell Universidade Católica de Brasília
  • Paulo José Barbosa Gutierres Filho UNB

DOI:

https://doi.org/10.18511/rbcm.v24i2.5432

Resumo

O presente trabalho teve como objetivo verificar a influência da Educação Física por meio de atividades psicomotoras em crianças de 7 a 9 anos de uma escola municipal de Anápolis-GO. Fizeram parte do estudo 16 crianças, 9 do sexo masculino e 7 do sexo feminino. Trata-se de um estudo longitudinal experimental descritivo, com abordagem quantitativa.No primeiro momento foi aplicado o teste psicomotor de Oliveira (2008) para identificar quais eram os componentes da psicomotricidade menos desenvolvidos nas crianças. O tratamento e a análise dos dados foram feitas com o Teste t pareado de Wilcoxon com o software SPSS 10.0 adotando um nível de significância de (p?0,005). Após a análise dos resultados foi realizada uma intervenção com aulas de educação física focadas em psicomotricidade duas vezes por semana com duração de 50 minutos cada, durante 2 meses. Ao fim da intervenção foi realizado novamente o teste psicomotor para avaliar a evolução de desenvolvimento das crianças. Como resultados foram observados melhorias relevantes nos seguintes componentes da psicomotricidade: coordenação e equilíbrio com significância (p? 0,002), estruturação espacial (p? 0,002) e estruturação temporal com significância (p? 0,001). Os componentes lateralidade e esquema corporal não apresentaram melhora significativa, todavia a maioria das crianças já se encontravam em um estágio de desenvolvimento superior à sua idade cronológica. Conclui-se que grande parte das crianças estavam em estágio normal de desenvolvimento psicomotor, mas após a intervenção com aulas específicas para trabalhar variáveis da psicomotricidade, tiveram melhoras relevantes, concluindo assim, que 2 meses de intervenção com a prática das aulas de Educação Física por meio de atividades psicomotoras promovem melhoras nos componentes da psicomotricidade.

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Biografia do Autor

Patricia Espíndola Mota Venâncio, Unievangélica

Doutora em Educação Física pela Universidade Católica de Brasília, Mestre em Educação Física pela Universidade Católica de Brasília. Especialista em Fisiologia do Exercício pela Veiga de Almeida

Henrique Lima Ribeiro, Universidade Cátolica de Brasília

Mestrando em Educação Física pela Universidade Católica de Brasília.

David Henrique de Souza Matias, Unievagélica

Graduando em Educação Física pela UniEVANGÉLICA-GO.

Carmem silva Grubert Campbell, Universidade Católica de Brasília

Doutora em Ciências Fisiológicas pela Universidade de São Paulo-USP, Mestre em Ciências da Motricidade pela Universidade Estadual Paulista-UNESP.

Paulo José Barbosa Gutierres Filho, UNB

Doutor em Ciências do Desporto pela Universidade de Trás os Montes e Alto Douro. Professor do Programa de Pós Graduação da Faculdade de Educação Física da Universidade de Brasília

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Publicado

2016-06-30

Edição

Seção

Artigo Original