COMPORTAMENTO DA FREQÜÊNCIA CARDÍACA DURANTE UMA SESSÃO DE SURFE

Autores

  • Guilherme Bauer Garcia Universidade Federal do Rio Grande do Sul – UFRGS
  • César Augusto Otero Vaghetti Universidade Federal de Pelotas – UFPel
  • Leonardo Peyré-Tartaruga Universidade Federal do Rio Grande do Sul – UFRGS

DOI:

https://doi.org/10.18511/rbcm.v16i2.952

Resumo

O objetivo do estudo foi determinar o comportamento da freqüência cardíaca durante uma sessão de surfe, a média total, a média dentro de cada fase do padrão de movimento e o percentual da freqüência cardíaca máxima. Fizeram parte da amostra sete homens com respectivas médias de massa corporal, estatura, idade e tempo de prática de 77,57 ± 3,21 (kg), 176,3 ± 8,14 (cm), 24,71 ± 4,82 (anos) e 9,86 ± 3,02 (anos). A freqüência cardíaca foi monitorizada com utilização de um frequencímetro marca Polar, modelo S610i em intervalos de cinco segundos durante uma sessão de vinte minutos de surfe, realizada na praia do Rosa – Imbituba (SC), filmada com uma câmera de vídeo marca JVC, modelo GR-SXM289UB. Foram avaliados os percentuais de tempo e freqüência cardíaca média em cada uma das fases do padrão de movimento pré-estabelecido, e média total. A freqüência cardíaca média da sessão foi 143,94 ± 13,18 (bpm), e as médias da freqüência cardíaca durante as fases de movimento onda, parado, remando e outros movimentos foram, respectivamente de 157,10 ± 14,81, 127,58 ± 8,86, 151,93 ± 10,73 e 141,08 ± 18,34 (bpm). A média da freqüência cardíaca da sessão correspondeu a 78,91% da freqüência cardíaca máxima dos participantes. A intensidade de uma sessão de surfe pode ser considerada moderada e a fase onda do padrão de movimento no surfe possui a média de freqüência cardíaca mais elevada.

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Publicado

2009-10-08

Edição

Seção

Artigo Original