COMPARAÇÃO ENTRE DIFERENTES VOLUMES DE FLEXIONAMENTO SOBRE A FORÇA EXPLOSIVA

Autores

  • Rudy Jose Nodari Junior Universidade do Oeste de Santa Catarina image/svg+xml
  • Leonardo Antonio dos Santos Galdino Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro image/svg+xml
  • Carlos JOsé Nogueira Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro image/svg+xml
  • Estélio Henrique Martin Dantas Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro image/svg+xml

DOI:

https://doi.org/10.18511/rbcm.v20i3.3064

Palavras-chave:

contrato, resolução, revisão, fato superveniente, análise econômica, riscos

Resumo

Baseados nas divergências acerca da influência da flexibilidade sobre a força objetivou-se avaliar se a aplicação de diferentes volumes no treino da flexibilidade causa efeitos diferentes na força explosiva em 24 mulheres adultas. Os três dias de testes iniciaram com aquecimento de 10 minutos, em seguida, no primeiro dia (C), foi realizado um salto vertical sem a aplicação de qualquer rotina de treinamento, e, após 10 minutos, este foi repetido. No segundo dia (F1) houve a inclusão da rotina de exercícios de flexionamento estático com a aplicação de uma série de 10 segundos de sustentação, a qual foi repetida no terceiro dia (F3), porém, utilizando-se três séries. Concluiu-se que os dois volumes aplicados: F1(?% = - 2,70%, p = 0,021) e F3 (?% = - 6,90%, p = 0,0001), interferiram negativamente na capacidade de saltar de indivíduos do sexo feminino, porém, tais volumes não se diferenciaram significativamente entre si. Dessa forma, diferentes volumes de flexionamento estático não causam reduções proporcionais na força explosiva.

Biografia do Autor

  • Rudy Jose Nodari Junior, Universidade do Oeste de Santa Catarina
    Laboratório de aspectos prognósticos, de intervenção e de cuidado na saúde e na performance humana
  • Leonardo Antonio dos Santos Galdino, Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro
    Laboratório de Biociências da Motricidade Humana (LABIMH)
  • Carlos JOsé Nogueira, Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro
    Laboratório de Biociências da Motricidade Humana (LABIMH)
  • Estélio Henrique Martin Dantas, Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro
    Laboratório de Biociências da Motricidade Humana (LABIMH)

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Publicado

2012-11-24

Edição

Seção

Artigo Original