O USO SOCIAL DOS AFETOS: UM OLHAR SOBRE O JORNALISMO SENSÍVEL NA ERA DA DESINFORMAÇÃO

Autores

DOI:

https://doi.org/10.31501/comunicologia.v14i1.12814

Resumo

A desinformação avança a passos alarmantes na medida em que o jornalismo perde a credibilidade de outrora. Considerando a importância social da prática, é fundamental analisar erros e acertos na busca por uma renovação. Este artigo parte da hipótese de que explorar a subjetividade é crucial para uma reconexão entre quem produz, quem consome e quem é informação jornalística. Tendo como base o conceito de Jornalismo Sensível (ROCHA, 2020), investiga-se uma reportagem sobre presidiárias transgênero veiculada no programa televisivo Fantástico, da Rede Globo. O intuito é perceber se neste objeto há traços de uma comunicação afetiva e efetiva, que permita uma leitura mais plural de histórias reais enquanto envolve o espectador do outro lado da tela. É constatado, preliminarmente, um efeito útil da informação pela sensibilidade neste exemplo, embora um estudo mais amplo seja necessário para o entendimento dos impactos causados pelo Jornalismo Sensível em seus receptores.

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Biografia do Autor

Luiza Gould, Universidade Federal Fluminense

Mestre em Mídia e Cotidiano pela Universidade Federal Fluminense

Victor Rocha, Universidade Federal Fluminense

Mestre em Mídia e Cotidiano pela Universidade Federal Fluminense

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Publicado

2021-08-07

Como Citar

Gould, L., & Rocha, V. (2021). O USO SOCIAL DOS AFETOS: UM OLHAR SOBRE O JORNALISMO SENSÍVEL NA ERA DA DESINFORMAÇÃO. Comunicologia - Revista De Comunicação Da UCB, 14(1), 102 - 121. https://doi.org/10.31501/comunicologia.v14i1.12814

Edição

Seção

Dossiê: "Novas perspectivas teóricas sobre cultura, tecnologia e educação