Coronavírus e telejornalismo

As diferentes temporalidades que perpassam as rotinas do Fantástico

Autores

  • MICHELE NEGRINI UFPEL
  • Silvana Copetti Dalmaso

DOI:

https://doi.org/10.31501/clogia.v16i1.14122

Resumo

Este artigo tem como objetivo refletir sobre as diferentes temporalidades que passaram a coexistir nas rotinas do Programa Fantástico, na cobertura do coronavírus. Vamos nos focar, mais especificamente, na observação das transformações das práticas referenciais do telejornalismo. A partir do olhar teórico-metodológico da estrutura de sentimento (WILLIAMS, 1979), realizamos uma pesquisa com caráter exploratório e observacional (GIL, 2008) de duas edições do Fantástico, uma de abril e outra de maio de 2020, buscando pelos marcadores visíveis de temporalidade em matérias sobre o coronavírus.

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Biografia do Autor

MICHELE NEGRINI, UFPEL

Jornalista. Doutora em Comunicação pela Pontifícia Universidade Católica do RS. Realizou estágio pós-doutoral no programa de Pós-Graduação em Comunicação e Cultura Contemporâneas, da UFBA. É professora do curso de Jornalismo da Universidade Federal de Pelotas.

Silvana Copetti Dalmaso

Jornalista; mestre em Comunicação Midiática pela Universidade Federal de Santa maría; doutora em Comunicação e informação pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

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Publicado

2024-03-25

Como Citar

NEGRINI, M., & Copetti Dalmaso, S. (2024). Coronavírus e telejornalismo: As diferentes temporalidades que perpassam as rotinas do Fantástico. Comunicologia - Revista De Comunicação Da Universidade Católica De Brasília, 16(1). https://doi.org/10.31501/clogia.v16i1.14122

Edição

Seção

Artigos Livres