Desafiando a lógica mercantil: chipmusic e os caminhos traçados por produtores culturais independentes
DOI:
https://doi.org/10.31501/comunicologia.v7i1.4348Resumo
É impossível negar que o mundo hoje é organizado e regido pelas regras econômicas do capitalismo. No entanto, ainda que essas regras façam parte da vida de todas as pessoas e de quase todos os setores produtivos, na música, algumas iniciativas têm ido em direção oposta à da lógica mercantil. Uma delas, que é objeto deste artigo, é a chipmusic, cena musical que explora tecnologias já obsoletas e que dá grande valor à criatividade. O exemplo que será analisado neste texto é do coletivo Chippanze, especialmente seus processos de produção e distribuição dos produtos. A análise tem em vista justamente a oposição que o grupo faz à sociedade em que está inserido.
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