Entre semiótica, semântica e semiologia, qual o lugar da comunicação?
DOI:
https://doi.org/10.31501/comunicologia.v7i1.5640Resumo
O artigo discute alternativas às concepções formalistas de comunicação elaboradas no âmbito do estruturalismo. Com esta finalidade, detém-se sobre as reflexões de Gilles Gaston Granger e Émile Benveniste, para quem a comunicação situa-se para além da formalização da estrutura, vinculando-se à vivência dos sujeitos. Para Gaston Granger, a ambição por fazer da língua a matriz de formalização de todos os sistemas sígnicos é infundada, desautorizando sua extrapolação para sistemas não-linguísticos. Benveniste, por sua vez, elabora uma distinção entre a semiótica, entendida como sistema formal, e a semântica, a abertura do enunciado para os contextos de enunciação, pela qual o vivido projeta-se sobre o sistema linguístico – e, por extensão, sobre todos os sistemas sígnicos. Em ambos os casos, emerge uma noção de comunicação talvez menos rigorosa do ponto de vista formal, mas mais afeita à experiência cotidiana.
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