Eugenia imaginária e imagens de corpos: o sensível fascista de capa de revista
DOI:
https://doi.org/10.31501/comunicologia.v7i2.5660Resumo
A seguir realizamos uma investigação da imagem midiatizada do corpo humano para entender como é possível satisfazermos, ainda, fantasias eugênicas que remontam ao projeto estético da modernidade. Por meio da análise de capas de revistas voltadas para boa forma e bem estar observaremos como se torna viável ao fascismo, enquanto uma sensibilidade estética, descolar-se de sua antiga forma institucionalizada para ajustar-se, insuspeitamente, à discursividade biopolítica contemporânea.Downloads
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