TERCEIRO SETOR NO BRASIL: SUA FUNÇÃO ECONÔMICO-SOCIAL E AS (DIS)FUNÇÕES BUROCRÁTICAS NA PARCERIA COM O PODER PÚBLICO.

Autores

DOI:

https://doi.org/10.31501/repats.v7i1.12468

Resumo

O processo de publicização, tratado na reforma administrativa do Estado de 1995-1998, proporcionou o fortalecimento do Terceiro Setor no Brasil, bem como instituiu condições para as parcerias com as entidades consideradas públicas não estatais, a fim de melhor o desempenho dos serviços públicos à sociedade. Ao longo dos anos, a proposta da reforma nos anos 90 não se efetivou como o idealizado, e as condições das parcerias entre Poder Público e entidades públicas não estatais não se confirmaram a ponto do Estado brasileiro ser mais gerencial do que funcional, em grande parte por entraves e excessos burocráticos, que dificultam a efetivação dessas parcerias.

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Biografia do Autor

Marcos Aurélio Manaf, UNESP - FCLAr

Doutorando em Ciências Sociais (UNESP-FCLAR Araraquara/SP - 2019). Mestre em Direitos Coletivos e Cidadania (UNAERP- 2018). Professor universitário. marcosmanaf@gmail.com

Maria Teresa Miceli Kerbauy, UNESP - FCLAr

Possui Graduação em Ciências Sociais pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Araraquara (1968), Mestrado em Ciências Sociais pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1979), Doutorado em Ciências Sociais pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1992) e Pós -D Doutorado em Ciência Política pelo Instituto de Iberoamérica - Espanha (2011). Tem na área de Políticas Públicas, Governo Local, Gestão Pública, Comportamento Eleitoral e Partidos Políticos, atuando principalmente nos seguintes temas: federalismo e descentralização, representação e experiência local, gestão da comunicação, educação, executivo e legislativo, pesquisas eleitorais, sistemas partidários e sistemas eleitorais. Bolsa Produtividade em Pesquisa.

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Publicado

2020-12-30

Edição

Seção

Artigos