STAR WARS: lições contra a atual ameaça invisível à República

Autores

  • Júlio Edstron Secundino Santo Professor do IDASP/Palmas. Diretor Geral do ISCON do TCE do Tocantins. Doutor em Direito pelo UniCEUB. Mestre em Direito Internacional Econômico pela UCB/DF. Membro dos grupos de pesquisa NEPATS - Núcleo de Estudos e Pesquisas Avançadas do Terceiro Setor da UCB/DF, Políticas Públicas e Juspositivismo, Jusmoralismo e Justiça Política do UNICEUB. E-mail: edstron@yahoo.com.br. *Artigo elaborado a partir das discussões acadêmicas produzidas pelo NEPATS da UCB e apoiadas pela FJPN.
  • Antonio Henrique Graciano Suxberger

DOI:

https://doi.org/10.31501/repats.v7i1.12605

Palavras-chave:

dano muscular, creatina quinase, futebol

Resumo

A saga Star Wars é um fenômeno mundial multibilionário, ela é um largo fenômeno da cultura global, formada por filmes, livros, jogos eletrônicos e brinquedos. Enquanto prodígio mundial, essa franquia pode ser utilizada como instrumento metodológico para discussões atuais que perpassam questões jurídicas, internas e internacionais, sobre a efetivação dos direitos humanos e fundamentais. Enquanto ferramenta para debates, os produtos derivados pela saga Guerra nas Estrelas possibilitam o acesso a diálogos que aproximam as pessoas, por terem oportunidade de compartilhar a mesma experiência. Neste sentido, a pesquisa teve como problematização, como a franquia Star Wars pode ser utilizada como instrumento pedagógico. O objetivo geral é demonstrar que aquele conjunto narrativo ficcional pode ser utilizado como um instrumento pedagógico para reflexões sobre diversas situações complexas hodiernas, como a proteção dos direitos essenciais ou a erosão da democracia ocidental. Para tanto, foram utilizados os métodos hipotético dedutivo e a técnica de revisão bibliográfica.  Assim, buscando utilizar expressões próprias dos filmes e livros, serão conectados os problemas da atualidade à ficção criada originalmente por George Lucas.

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Biografia do Autor

Júlio Edstron Secundino Santo, Professor do IDASP/Palmas. Diretor Geral do ISCON do TCE do Tocantins. Doutor em Direito pelo UniCEUB. Mestre em Direito Internacional Econômico pela UCB/DF. Membro dos grupos de pesquisa NEPATS - Núcleo de Estudos e Pesquisas Avançadas do Terceiro Setor da UCB/DF, Políticas Públicas e Juspositivismo, Jusmoralismo e Justiça Política do UNICEUB. E-mail: edstron@yahoo.com.br. *Artigo elaborado a partir das discussões acadêmicas produzidas pelo NEPATS da UCB e apoiadas pela FJPN.

[1] Professor do IDASP/Palmas. Diretor Geral do ISCON do TCE do Tocantins. Doutor em Direito pelo UniCEUB. Mestre em Direito Internacional Econômico pela UCB/DF. Membro dos grupos de pesquisa NEPATS - Núcleo de Estudos e Pesquisas Avançadas do Terceiro Setor da UCB/DF, Políticas Públicas e Juspositivismo, Jusmoralismo e Justiça Política do UNICEUB. E-mail: edstron@yahoo.com.br.

*Artigo elaborado a partir das discussões acadêmicas produzidas pelo NEPATS da UCB e apoiadas pela  FJPN.

Antonio Henrique Graciano Suxberger

Pós-Doutor em Direitos Humanos e Democracia pela Universidade de Coimbra (Portugal). Doutor pela Universidad Pablo de Olavide (Espanha). Mestre em Direito (UnB). Professor Titular do Programa de Mestrado e Doutorado em Direito (UniCEUB). Professor do Máster Oficial em Direitos Humanos, Interculturalidade e Desenvolvimento da Universidad Pablo de Olavide e da Universidad Internacional de Andalucía (Espanha). Professor Investigador Associado do Doutorado em Ciências Jurídicas e Políticas da Universidad Pablo de Olavide.

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Publicado

2020-12-30

Edição

Seção

Artigos