A CERTEZA DE SI E O DESCOBRIMENTO DA ESSÊNCIA DO DIREITO: POR UMA PESQUISA JURÍDICA ALÉM DE DESCARTES

Autores

  • Roberto José Covaia Kosop UniCURITIBA
  • José Edmilson de Souza-Lima UniCURITIBA

DOI:

https://doi.org/10.31501/repats.v4i1.8390

Resumo

O presente artigo analisa as contribuições epistemológicas e metodológicas do filósofo e matemático René Descartes (1596 – 1650) ao campo jurídico, culminando na reflexão das limitações do método proposto por tal pensador e da necessidade de complementação da visão jurídica neste tocante. O caminho metodológico utilizado não pretendeu esgotar as obras do autor, ao passo que restringiu-se no “Discurso do Método”, apoiado pelas “Meditações Metafísicas”, para demonstrar como da teoria cartesiana é possível derivar preceitos fundantes do Direito, em especial, a percepção utilitária acerca do conhecimento e a emancipação por intermédio do entendimento do discurso. Desta forma, foi possível concluir que, não obstante o projeto colonizador de conquista do mundo objetivo que limita as fronteiras do campo jurídico, o pensamento de Descartes determinou o núcleo de percepção jurídica tanto epistemológica quanto metodologicamente para apropriação do ambiente físico.

 

PALAVRAS-CHAVE: Metodologia Jurídica; Racionalismo Inato; Método Cartesiano. 

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Biografia do Autor

Roberto José Covaia Kosop, UniCURITIBA

Mestrado (em andamento) em Direito Empresarial e Cidadania no Centro Universitário Curitiba (UNICURITIBA).

José Edmilson de Souza-Lima, UniCURITIBA

Doutor em Direito. Pesquisador e docente do Mestrado em Direito do UNICURITIBA

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Publicado

2017-08-19

Edição

Seção

Artigos