Aplicativos móveis para a promoção de hábitos saudáveis de alimentação em idosos

Autores

  • Adriana Regina Campestrini do Prado Rede SARAH de Hospitais de Reabilitação
  • Karla Helena Vilaça Coelho e Silva Universidade Católica de Brasília http://orcid.org/0000-0002-4937-2396
  • Gustavo Azevedo Carvalho

DOI:

https://doi.org/10.31501/rgcti.v4i1.12024

Resumo

Apresenta-se neste artigo um estudo sobre o uso de aplicativos móveis que estimulem a prática da alimentação saudável pela população acima de 65 anos. Tal estudo é motivado por orientações da Organização Mundial da Saúde (OMS) em relação a políticas públicas para saúde em idosos e pela constatação do aumento dessa população no Brasil. A expectativa de vida no País tem aumentado significativamente nas últimas décadas, estando hoje em torno de 76 anos. Constata-se também, com base em dados de 2013, que as Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNT) são responsáveis por aproximadamente 72% das mortes no Brasil. As políticas públicas preconizadas pela OMS apontam a necessidade de prevenção das DCNT com o incen-tivo à alimentação adequada, atividade física e redução do tabagismo e do uso de álcool. Adicionalmente, orienta que os idosos sejam envolvidos na busca por melhorias em sua saúde, com o suporte de inovações tecnológicas. Aplicativos móveis são artefatos tecnológicos de uso massivo, inclusive com aplicações relacionadas à saúde. Entretanto, o que se sabe sobre o uso desta tecnologia pela população idosa? Que tipos de aplicativos existem para auxiliar o idoso em suas necessidades nutricionais? As respostas obtidas a estas questões apontam a necessidade de se ampliar a adoção desta tecnologia, seja pelo aumento da oferta, seja pelo desenho de interfaces mais adequadas para esta população.

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Biografia do Autor

Adriana Regina Campestrini do Prado, Rede SARAH de Hospitais de Reabilitação

Graduada em Nutrição pela Universidade de Brasília (1996), trabalha como nutricionista da Rede SARAH de Hospitais de Reabilitação desde 2004. Tem experiência na área de Nutrição Clínica, com ênfase em Dietética, atuando principalmente nos seguintes temas: motilidade digestiva e PEG (gastrostomia), paralisia cerebral. Cursa atualmente, como aluna especial, o Mestrado em Gerontologia da Universidade Católica de Brasília.

Karla Helena Vilaça Coelho e Silva, Universidade Católica de Brasília

Possui graduação em Fisioterapia pela Universidade de Franca, especialização em ortopedia e residência em Fisioterapia Aplicada à Geriatria pela Universidade de Franca (bolsista FUNADESP). Realizou mestrado (2004-2006, bolsista CAPES) e doutorado (2006-2010, bolsista CNPq) em Investigação Biomédica no Departamento de Clínica Médica - Divisão de Geriatria pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo-FMRP/USP. Foi professora substituta da disciplina teórica e do estágio supervisionado em Fisioterapia Geriátrica (40h) da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar). É professora desde 2011 do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Gerontologia da Universidade Católica de Brasília (UCB) atuando como professora do núcleo permanente na Linha de Pesquisa 1. Aspectos Físicos, Biológicos, Epidemiológicos e Tecnológicos do Envelhecimento. É professora também da graduação no curso de Fisioterapia com experiência na área de Fisioterapia com ênfase em saúde coletiva, saúde do idoso e saúde da mulher. Atuando principalmente nos seguintes temas: saúde do idoso, gerontecnologia, longevidade, saúde da mulher, composição corporal, capacidade funcional, gerontologia e promoção de saúde. Membro da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia - SBGG, membro da Rede de Programas Interdisciplinares em Envelhecimento - REPRINTE e da Associação Brasileira de Fisioterapia em Gerontologia ABRAFIGE. E-mail: kavilaca@yahoo.com.br

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Publicado

2020-06-15

Edição

Seção

Artigos