NÍVEL DE RUÍDO SONORO NAS AULAS DE CICLISMO INDOOR EM ACADEMIAS DO DISTRITO FEDERAL

Paulo Sérgio Barros da Silva, Carlos Ernesto Santos Ferreira, Márcio Maciel Cavalcante, Sérgio Luiz Garavelli

Resumo


A prática regular de atividade física é um importante fator, colaborador, para uma vida saudável. Apesar dos benefícios quanto à utilização de músicas na prática da atividade física, pouca atenção é dada a exposição de ruídos sonoros durante essa prática, mais especificamente em uma aula de ciclismo indoor. O objetivo deste estudo foi verificar o nível de ruído sono nas aulas de ciclismo indoor em academias do Distrito Federal. A coleta de dados acorreu em sete academias, de forma aleatória, sendo apresentada a proposta do trabalho e a aceitação ou não da academia em participar do estudo. Algumas academias foi medida mais de uma vez em momentos diferentes, totalizando assim dezesseis medições. O nível de pressão sonora foi medido em dB (A), durante todas as aulas, por um decibelímetro portátil, modelo MSL-1352C, da marca Minipa. O software utilizado para a análise dos dados foi o SE 322 da Minipa e a coleta do Leq foi realizada pelo programa universitário POLSON, desenvolvido pelos alunos do laboratório de física aplicada ao meio ambiente da Universidade Católica de Brasília. O maior nível de ruído de 112 dB(A) e o menor foi de 52 dB(A). O leq máximo foi de 94,09 dB(A) e mínino de 74,91 dB(A), com uma média de 85,91 + 5,76 dB(A). Em 09 medições, 56,25%, o leq foi igual ou superior a 85 dB(A). Das 07 academias pesquisadas apenas 02, 28,57%, disponibilizavam microfone para os professores. O estudo aponta valores de níveis de pressão sonora preocupantes para a saúde do profissional de Educação Física que ministram aulas de ciclismo indoor, bem como para os praticantes de ciclismo indoor nas academias do DF.

Palavras-chave


ruído sonoro, ciclismo indoor, profissional de Educação Física

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