IMUNUSENESCÊNCIA E EXERCICIO FISICO

Erika da Fonseca Reis sil, Jessica Cardoso de Souza, Fernando Lopes e Silva Júnior, Ricardo Jacó de Oliveira, Leonardo Costa Pereira, Claudio Olavo de Almeida Córdova, Jonato Prestes

Resumo


Com os avanços da sociedade em diversos âmbitos, a população de idosos vem aumentando proporcionalmente à diminuição da taxa de natalidade, levando a um envelhecimento geral das populações. Junto ao envelhecimento cronológico, surgem as alterações morfológicas, fisiológicas e funcionais naturais da idade, tornando este indivíduo mais susceptível a diversas doenças crônicas degenerativas, o levando à pequenas ou grandes limitações e até à morte. Dentre os sistemas que sofrem diminuição da sua função com o tempo, destaca-se o sistema imune. Essa diminuição, chamada imunosenescência, acarreta aumento do risco de infecções, menor resposta terapêutica, maior risco de doenças não-transmissíveis como diabetes, aterosclerose, câncer, entre outras, podendo levá-lo à morte. Nesta perspectiva, os estudos sobre o exercício físico como forma de terapia não medicamentosa vêm mostrando resultados favoráveis, podendo ser um importante meio de intervenção para reduzir o processo de inflamação na população estudada, ocasionando não só a redução dos níveis basais de citocinas pró-inflamatórias, mas também aumentando a liberação daquelas com atividades anti-inflamatórias. A prática regular de exercício físico pode ser utilizada como uma terapia não-medicamentosa na prevenção e no tratamento de patologias relacionadas com o envelhecimento.

Palavras-chave


inflamação, envelhecimento, treinamento físico, sistema imune

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