A INFLUÊNCIA DO COMPRIMENTO DO FÊMUR E DA TÍBIA NOS VALORES REAIS DA CONTRAÇÃO VOLUNTÁRIA ISOMÉTRICA MÁXIMA NO APARELHO LEG PRESS 45º: UM ESTUDO PILOTO

Raynan Santos Ribeiro Santarém, Milton Rocha Morais, Bernardo Dantas Brixi, Alexsander José Costa Oliveira, Thiago Santos Rosa, Brande Ranter Alves Soares, Amanda Lucyelly Medeiros Souza, Rafael Reis Vieira Olher, Rodrigo Passos Neves, Ioranny Raquel Castro Sousa

Resumo


Este estudo piloto teve como objetivo avaliar a influência do comprimento do fêmur e da tíbia nos valores reais da contração voluntária isométrica máxima (CVIM) no aparelho de Leg press 45º (LP45º). Foram incluídos no estudo 15 voluntários com idade entre 20 e 47 anos que praticavam musculação ao menos 6 meses. Dentre os dados antropométricos mensurados, os comprimentos ósseos foram coletados por meio de um paquímetro (Rosscraft Campbell Caliper-IL,USA), além do teste de contração voluntária isométrica máxima (CVIM) aferido no dinamômetro DinPro (CEFISE, SP, Brasil) acoplado ao equipamento LP45º. Cada participante realizou uma força máxima por 5 segundos para obter os valores em quilograma força (Kgf). Os dados descritivos relacionados as correlações foram analisadas por meio do software SPSS - IBM 22.0 for Windows (IL, USA), com um nível de significância de p? 0,05. Os resultados obtidos mostraram que entre as cargas internas e externas que interferem na geração de força, os comprimentos do fêmur e da tíbia não apresentaram influências estatisticamente significativas nos resultados da força de CVIM dos participantes. Portanto, este estudo piloto demonstrou que o tamanho do fêmur e da tíbia parecem não influenciar nas respostas de força isométrica de membros inferiores de adultos jovens ativos.

Palavras-chave


Força, Isométrica, Contração voluntária isométrica máxima, Comprimento ósseo, Leg Press 45º.

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