Insubmissas mulheres negras: comunicação e interseccionalidade contra o epistemicídio

Autores

DOI:

https://doi.org/10.31501/esf.v0i18.11916

Palavras-chave:

Gestação. Fisioterapia. Edema.

Resumo

 

Propõe-se discutir a comunicação digital como instrumento de combate ao epistemicídio de mulheres negras. Com observação da plataforma literária Diálogos Insubmissos de Mulheres Negras, analisa-se a prática do ativismo literário como ferramenta de mobilização para visibilizar escritoras negras ou outros atores sociais historicamente subalternizados. A análise da plataforma é realizada sob a ótica teórico-metodológica da interseccionalidade, aliada a referencial bibliográfico sobre epistemicídio.

Biografia do Autor

  • Maria do Socorro F Veloso, Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN)
    Docente do Departamento de Comunicação Social e do Programa de Pós-graduação em Estudos da Mídia da UFRN. Integrante dos grupos de pesquisa Pragma e Ecomsul (UFRN). Doutora em Ciências da Comunicação (ECA/USP).
  • Alice Oliveira de Andrade, Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN)

    Doutoranda e mestra pelo Programa de pós-Graduação em Estudos da Mídia da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (PPgEM/UFRN). Bacharel em Comunicação Social – Jornalismo pela mesma instituição. Pesquisadora do grupo de pesquisa Pragmática da Comunicação e da Mídia (PRAGMA-CNPq).

  • Antonino Condorelli, Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN)
    Professor do Departamento de Comunicação Social da Universidade Federal do Rio Grande do Norte e doutor em Ciências Sociais pela mesma instituição. Estuda ativismo digital, biopolítica, produção de subjetividades, diálogo entre saberes e epistemologias decoloniais na Comunicação.

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Publicado

2020-11-23

Edição

Seção

Dossiê Comunicação, Interseccionalidade e a Promoção da Igualdade Étnico-Racial

Como Citar

Insubmissas mulheres negras: comunicação e interseccionalidade contra o epistemicídio. (2020). Esferas, 18, 6. https://doi.org/10.31501/esf.v0i18.11916