Ao sul do corpo: abordagens não hegemônicas que abalam a masculinidade tóxica vigente

Autores

DOI:

https://doi.org/10.31501/esf.v0i18.12144

Palavras-chave:

Atlética La Furia. Engenharias, UFVJM, Comunicação histórica, Atividades estudantis

Resumo

Um dos fantasmas que assombram a masculinidade tóxica é o cu, ou o polo sul do corpo, que tem se apresentado como  uma abertura profícua para refletir e reposicionar os papéis de gênero enrijecidos na estrutura social vigente. Dialogando com estudos de gênero, discutimos como representações anais dissidentes têm quebrado paradigmas sociais violentos/antidemocráticos, apontando relevantes caminhos de resistência às opressões de gênero protagonizadas por masculinidades tóxicas.

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Biografia do Autor

Vicente de Paula Nascimento Leite Filho, Universidade de Brasília

Vicente de Paula é jornartista (jornalista artista) bicha nordestin@ das margens do Parnaíba - Teresina(PI) e Timon (MA). Graduad@ em Comunicação Social pela UFPI, pesquisadora do Programa de Pós-Graduação em Comunicação na Universidade de Brasília(UnB) – onde pesquisa regimes de visibilidades corpóreas dissidentes. Atualmente é professor mediador EAD no IFB.  Atravessad pelas visualidades compôs obras como Corpos para Vestir e Despir (Inferninho da Kátia Flávia/Culto das Malditas - Pilastra-DF, 2019); “Um Outro eu mesmo” (Mostra organizada pelo projeto SESC Confluências); A tarde da Fauna (Premiad com o Prêmio de Artes Visuais da Fundação Monsenhor Chaves, 2017 dentre outras exposições, oficinas e residências artísticas. Entre os atravessamentos de dança tem performances como Perramolambadas, 1001 dias de calor, A tarde da fauna, Fala Cu e trabalhos com artistas como Janaína Lobo (Some dance to remember em Galpão do Dirceu, TeresIna (PI), Negro Val (Bloco de Carnaval Sambambaia e espetáculo Convite em Samambaia-DF) e Elielson Pacheco (Tumate em parceria com coletivo Salve Rainha em Teresina). Na comunicação social atuou em trabalhos como a série de TV Antena da Raça dirigida por Paloma Rocha; em assessoria de imprensa de espetáculos e projetos culturais, como repórter no Jornal Meio Norte e editor e articulista na coluna Viçando no site EntreCultura e no site de comunicação popular a alternativa ocorrediario.com.

 

Gabriela Pereira de Freitas, Universidade de Brasília

Gabriela Freitas é professora adjunta da Faculdade de Comunicação da Universidade de Brasília (UnB), professora e pesquisadora colaboradora do programa de pós-graduação da mesma faculdade, na linha de Imagem, Estética e Cultura Contemporânea, líder do grupo de pesquisa vinculado ao CNPq GECAE (Grupo de Estudos sobre Espaço, Corpo, Arte e Estética) e participante do grupo GEAP Brasil (Grupo de estudos em Arte Pública) da Unicamp. Realiza pesquisas nas seguintes áreas: Estética, Artemídia, Fotografia e campos expandidos, noções de espaço e paisagem e hibridismo entre linguagens artísticas, com ênfase em intervenções urbanas. É doutora em Comunicação pela Universidade de Brasília (2014) com período sanduíche na Universidade Sorbonne Paris - IV. Sua tese foi premiada com o Prêmio de Dissertações e Teses da Universidade de Brasília em 2015. Possui mestrado profissionalizante (2005) em Design pelo Istituto Europeo di Design de Milão e mestrado acadêmico em Comunicação (2009) pela Universidade de Brasília. 

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Publicado

2020-11-23

Como Citar

Filho, V. de P. N. L., & Freitas, G. P. de. (2020). Ao sul do corpo: abordagens não hegemônicas que abalam a masculinidade tóxica vigente. Esferas, (18), 180. https://doi.org/10.31501/esf.v0i18.12144