Epílogo de um crime: um corpo sem pose

Autores

DOI:

https://doi.org/10.31501/esf.v0i22.13314

Resumo

O artigo reúne reflexões a partir da análise de fotografia publicada na primeira página do jornal O Globo em fevereiro de 2009. A imagem registra a cena de uma mãe fotografando o assassino da filha no Departamento da Polícia Civil do Rio de janeiro. As questões se voltam para as lentes dos dispositivos (do fotógrafo e do celular da mãe da vítima), para os olhares dos personagens que compõem a cena, e para quem a contempla. O principal suporte teórico está em G. Didi-Huberman. 

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Biografia do Autor

Eliana L. Santos Monteiro, FACHA-Faculdades Integradas Hélio Alonso

Doutora pela ECO - Escola de Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro - na linha de  pesquisa  Tecnologias  da  Comunicação  e  Estéticas.  Mestrado  em Comunicação,  Imagem e Informação,  Universidade  Federal  Fluminense-  UFF.Curso  de  extensão  Université  Sorbonne Nouvelle- Paris 3 "Théories des formes visuelles: Cinéma et  art  contemporain,  les vitesses de l'image".Graduação em Comunicação Social pela Universidade Metodista de Piracicaba-SP. Jornalista da extinta TVE-RJ, Professora da Faculdades Integradas Hélio Alonso (FACHA). Pesquisas na área de Comunicação: imagens de vigilância, televisão, jornalismo, cinema e mídias digitais.

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Publicado

2021-12-24

Como Citar

Monteiro, E. L. S. (2021). Epílogo de um crime: um corpo sem pose. Esferas, (22), 166-176. https://doi.org/10.31501/esf.v0i22.13314

Edição

Seção

Dossiê Fotografia, crises e contemporaneidade: olhares sobre existências