Pseudo-indígenas

Autores

DOI:

https://doi.org/10.31501/esf.v0i22.13552

Resumo

Eles não são índios, são pseudo indígenas, bradou o deputado no palanque horas antes do decepamento (quase morte) de dois Akroá Gamella, no interior do Maranhão. Quilombolas, índios, gays e lésbicas são tudo o que não presta, disse o outro deputado, anos antes, às vesperas da morte de Clodiodi Aquileu de Souza, um educador Guarani Kaiowá, no Mato Grosso do Sul. Onze armas. 310 cartuchos. Necropolítica. Palavra pólvora. Faz morrer, faz matar. Brasil.

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Biografia do Autor

Ana Mendes, Universidade Federal do Maranhão (UFMA)

Fotógrafa profissional e Mestre em Ciências Sociais pela Universidade Federal do Maranhão (UFMA)

Horácio Antunes de Sant’Ana Júnior, Universidade Federal do Maranhão (UFMA)

Professor Titular no Departamento de Sociologia e Antropologia (DESOC); professor permanente do Programa de Pós-graduação em Ciências Sociais (PPGCSoc) da  Universidade Federal do Maranhão (UFMA).

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Publicado

2021-12-24

Como Citar

Mendes, A., & Sant’Ana Júnior, H. A. de. (2021). Pseudo-indígenas. Esferas, (22), 348-363. https://doi.org/10.31501/esf.v0i22.13552