Disrompendo a automação: Conversando com Jean-Luc Nancy

Autores

DOI:

https://doi.org/10.31501/esf.v2i30.15189

Resumo

Pensar o tempo da autonomia extrema e da máquina pensante uma reflexão sobre a ideia do auto, do si-mesmo, à qual pode ser entendida na obra de Nancy. O artigo reflete sobre o mundo da “fruição indefinida de si mesmo” da expansão infinita do poder e da técnica é o mundo do automatismo, o mundo de uma ordem que se move por si mesma a partir de si mesma para si mesma, que caracteriza a contemporeidade sob o signo da automação.

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Biografia do Autor

Marcia Sá Cavalcante Schuback, Södertörns högskola: Stockholm, SE

É filósofa e professora titular de Filosofia na Universidade de Södertörn (Suécia). Entre 1994 e 2000 foi professora adjunta do Instituto de Filosofia e Ciências Sociais da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Tradutora de Martin Heidegger para o português e de Guimarães Rosa para o sueco.

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Publicado

2024-08-14

Como Citar

Sá Cavalcante Schuback, M. (2024). Disrompendo a automação: Conversando com Jean-Luc Nancy. Esferas, (30). https://doi.org/10.31501/esf.v2i30.15189

Edição

Seção

Crise da Criatividade - A comunicação entre sabedoria e inteligência artificial