Entre o fascínio e a repulsa: A estetização da violência em O homem do Norte

Autores

DOI:

https://doi.org/10.31501/esf.v1i33.15594

Resumo

O artigo analisa a estetização da violência no cinema contemporâneo a partir do filme O Homem do Norte (2022), de Robert Eggers. Partindo de um referencial teórico que inclui Byung-Chul Han, Susan Sontag, Sayak Valencia e Michel Foucault, investiga-se como a violência é ressignificada em imagens cinematográficas e seus efeitos sobre a recepção espectatorial. A análise destaca a abordagem autorreflexiva do filme, que tensiona os limites entre contemplação fetichista e crítica política.

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Biografia do Autor

Rodrigo Carreiro, Universidade Federal de Pernambuco

Professor do Programa de Pós-Graduação em Comunicação e do Bacharelado em Cinema e Audiovisual da Universidade Federal de Pernambuco, instituição onde cursou Mestrado e Doutorado em Comunicação. É bolsista de Produtividade em Pesquisa do CNPq. 

Adriano Reis, Universidade Federal de Pernambuco

Mestrando em Comunicação no Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Universidade Federal de PPernambuco. Possui graduação em Comunicação Social pela Universidade Estadual de Campinas (2017). É membro do Laboratório de Pesquisa d Imagens e Sons (LAPIS), grupo de pesquisa do CNPq.

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Publicado

2025-09-08

Como Citar

Carreiro, R., & Reis, A. (2025). Entre o fascínio e a repulsa: A estetização da violência em O homem do Norte. Esferas, 1(33). https://doi.org/10.31501/esf.v1i33.15594

Edição

Seção

Cultura visual e violências