Etnocomunicação indígena e decolonialidade: práticas Yanomami nas redes sociais

Autores

DOI:

https://doi.org/10.31501/esf.v3i34.15823

Resumo

O artigo discute a presença das vozes indígenas nas mídias digitais como parte da ruptura com os modelos coloniais de comunicação. Partindo das experiências etnocomunicacionais Yanomami no X e no Instagram, propõe a etnocomunicação como prática insurgente, a partir do seu uso estratégico por associações como a Hutukara e a Urihi. E demonstra ainda que, tais vivências, configuram-se como instrumentos de decolonização do comunicacional, ao reafirmar cosmologias próprias em seu fazer.

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Biografia do Autor

Vilso Junior Santi, UFRR - Universidade Federal de Roraima

Professor-Pesquisador no Doutorado em Rede do Programa de Pós-graduação em Educação na Amazônia (PGEDA), no Mestrado em Comunicação do Programa de Pós-graduação em Comunicação (PPGCOM-UFRR) e no Curso de Graduação em Jornalismo (CCJ-UFRR).

Isabela Bastos Pio, UFRR - Universidade Federal de Roraima

Jornalista, Mestre Comunicação pelo Programa de Pós-graduação em Comunicação (PPGCOM-UFRR).

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Publicado

2025-12-23

Como Citar

Santi, V. J., & Bastos Pio, I. (2025). Etnocomunicação indígena e decolonialidade: práticas Yanomami nas redes sociais . Esferas, (34). https://doi.org/10.31501/esf.v3i34.15823

Edição

Seção

Dossiê Comunicação e Pensamento Indígena