Entre arquivos e confinamento: Notas sobre contenções, silêncios e confrontos

Autores

DOI:

https://doi.org/10.31501/esf.v2i36.16765

Resumo

Sem restrições legais à circulação, as clausuras atribuídas aos documentos relacionados aos campos de concentração brasileiros de 1932 são pensadas como uma regulação política que institui arquivos confinados como modos de silenciar as histórias que partilham. As negativas ao acesso dos itens bloqueados por Arquivos, ao se tornarem uma condição, mobilizaram esforços teórico-metodológicos que, sistematizados neste trabalho, buscam contribuir com as pesquisas sobre memória.

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Biografia do Autor

Daniel Macêdo, Universidade Federal de Ouro Preto

Doutor em Comunicação Social na Universidade Federal de Minas Gerais. Docente no Depto. de Jornalismo da Universidade Federal de Ouro Preto. 

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Publicado

2026-08-28

Como Citar

Macêdo, D. . (2026). Entre arquivos e confinamento: Notas sobre contenções, silêncios e confrontos. Esferas, 2(36). https://doi.org/10.31501/esf.v2i36.16765

Edição

Seção

Dossiê Memória e Epistemologias do Sul Global