O afeto em Deleuze: O regime cristalino e o processo afetivo da imagem-tempo no cinema

Autores

  • Marília Xavier Lima UFJF
  • Nilson Assunção Alvarenga UFJF

DOI:

https://doi.org/10.31501/esf.v1i1.2911

Palavras-chave:

Law and Economics, Property, Normative analysis, Social norms, Law

Resumo

Propomos, neste trabalho, compreender como o filósofo Gilles Deleuze, em seus estudos sobre cinema, faz uma reflexão do conceito de afeto no processo perceptivo do espectador.  Dessa forma, analisaremos a discussão em torno dos signos da imagem cinematográfica e o pensamento envolvido no debate deleuzeano a fim de entender a experiência espectorial no cinema. 

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Biografia do Autor

Marília Xavier Lima, UFJF

Graduada em Comunicação Social pela Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF). Atualmente é mestranda do Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Faculdade de Comunicação da UFJF, na linha Estética, Redes e Tecnocultura. 

Nilson Assunção Alvarenga, UFJF

Doutor em Filosofia pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (2003). Atualmente é professor do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade Federal de Juiz de Fora – MG. 

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Publicado

2012-11-12

Como Citar

Lima, M. X., & Alvarenga, N. A. (2012). O afeto em Deleuze: O regime cristalino e o processo afetivo da imagem-tempo no cinema. Esferas, 1(1). https://doi.org/10.31501/esf.v1i1.2911

Edição

Seção

Artigos livres