Cidades, Migrantes e Pertencimentos: a Praça Kantuta como etnopaisagem intercultural

Autores

  • Sofia Cavalcanti Zanforlin Universidade Católica de Brasília

DOI:

https://doi.org/10.31501/esf.v1i1.3183

Resumo

O artigo apresenta a Praça Kantuta, lugar de encontro da comunidade boliviana em São Paulo, inscrito no conceito de etnopaisagem, formulado pelo antropólogo Arjun Appadurai (2004), e articulado ao debate sobre interculturalidade. O objetivo é pensar como a formação de etnopaisagens se afirma como meio para a negociação do pertencimento nas comunidades de imigrantes nas cidades contemporâneas. Nelas, o exercício da interculturalidade estaria atrelada a uma sociabilidade desenvolvida no espaço, em que as etnopaisagens se confirmam como o lugar de troca e construção de redes e contatos entre conterrâneos e à sociedade a qual procuram se inserir. Por sua vez, a pólis se apresenta como o ambiente de apostas e superações, e confirma sua vocação plural.

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Biografia do Autor

Sofia Cavalcanti Zanforlin, Universidade Católica de Brasília

Doutora em Comunicação pela UFRJ, professora dos cursos de comunicação da Universidade católica de Brasília.

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Publicado

2012-11-12

Como Citar

Zanforlin, S. C. (2012). Cidades, Migrantes e Pertencimentos: a Praça Kantuta como etnopaisagem intercultural. Esferas, 1(1). https://doi.org/10.31501/esf.v1i1.3183

Edição

Seção

Artigos livres