Silêncio, antimatéria da comunicação

Autores

  • Ana Beatriz Barroso Universidade de Brasília

DOI:

https://doi.org/10.31501/esf.v1i2.4006

Resumo

Nem haveria o que dizer. Nem há. Mas há, sim, e da margem muda, orgânica, falo. Calo também. De quando em quando vejo que o silêncio não é comunicação nem não-comunicação; o silêncio é antimatéria da comunicação, voz invisível que não se ouve. Sente-se. Sinto. Sendo a matéria da comunicação a vontade de dizer, o silêncio é seus avessos, necessidades. Assim, embora silenciosas, mudas ou transtornadas, há imagens que falam. O que dizem? Aquilo que desentendemos quando mudos nos encontramos.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Biografia do Autor

Ana Beatriz Barroso, Universidade de Brasília

Professora Adjunta no Departamento de Artes Visuais da Universidade de Brasília. Pesquisadora da linha de Educação em Artes Visuais no Programa de Pós-Graduação em Arte da UnB. Doutora em Comunicação.

Downloads

Publicado

2013-12-23

Como Citar

Barroso, A. B. (2013). Silêncio, antimatéria da comunicação. Esferas, 1(2). https://doi.org/10.31501/esf.v1i2.4006

Edição

Seção

Visualidades