O regime autográfico: a negociação entre a narração e a plasticidade nos quadrinhos

Autores

  • Maria Clara da Silva Ramos Carneiro Universidade do Estado da Bahia

DOI:

https://doi.org/10.31501/esf.v0i9.8056

Resumo

RESUMO: A partir das concepções elaboradas por Genette (2010) dos regimes alográfico e autográfico sob os quais funcionam as obras de arte, observou-se que, nas histórias em quadrinhos, há predominância do regime autográfico. Apresento os pressupostos dessas ordens, uma negociação entre a narração e plasticidade entrelaçadas na tessitura da página em quadrinhos a partir do supracitado Genette, Dürrenmatt, Greonsteen, Mao, Sterckx e de comentários dos autores Gerner, Katchor  e Ware. 

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Biografia do Autor

Maria Clara da Silva Ramos Carneiro, Universidade do Estado da Bahia

Tradutora e professora do Curso de Francês da UNEB, Doutora em Teoria Literária pela UFRJ com pesquisa sobre histórias em quadrinhos, Mestre em Literatura Francesa pela UFRJ. Colaboradora do Groupe de Recherche sur le Neuvième Art (Sorbonne).

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Publicado

2017-10-25

Como Citar

Carneiro, M. C. da S. R. (2017). O regime autográfico: a negociação entre a narração e a plasticidade nos quadrinhos. Esferas, (9). https://doi.org/10.31501/esf.v0i9.8056

Edição

Seção

Dossiê Comunicação e Quadrinhos