Refugiados sírios e as redes de comunicação social: a manutenção do (macro) acontecimento

Autores

  • Rejane de Oliveira Pozobon Universidade Federal de Santa Maria
  • Adriana Domingues Garcia Universidade Federal de Santa Maria

DOI:

https://doi.org/10.31501/esf.v1i11.8283

Palavras-chave:

jurisdição transnacional, persecução penal internacional, transmissão internacional direta.

Resumo

O artigo identifica as redes de comunicação social constituintes dos movimentos estratégicos que garantem a visibilidade da pauta do refugiado sírio na agenda social. O fio condutor é a hipótese de ápice midiático, entendido como um fenômeno de acionamento social, em que os agentes provocam irritações e ativam acoplamentos, transformando as estruturas da sociedade. Essas redes criam novas lógicas discursivas, proporcionando imprevisibilidades e complexidades nos processos comunicacionais.

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Biografia do Autor

Rejane de Oliveira Pozobon, Universidade Federal de Santa Maria

Docente do Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Universidade Federal de Santa Maria - UFSM. Doutora em Ciências da Comunicação. Líder do Grupo de Pesquisa em Comunicação e Política UFSM/CNPq.

Adriana Domingues Garcia, Universidade Federal de Santa Maria

Jornalista. Doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Universidade Federal de Santa Maria - UFSM. Bolsista CAPES. Integrante do Grupo de Pesquisa em Comunicação e Política UFSM/CNPq.

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Publicado

2018-06-26

Como Citar

Pozobon, R. de O., & Garcia, A. D. (2018). Refugiados sírios e as redes de comunicação social: a manutenção do (macro) acontecimento. Esferas, 1(11). https://doi.org/10.31501/esf.v1i11.8283

Edição

Seção

Artigos livres