"Bichas pretas" na disputa por representatividade midiática

Autores

DOI:

https://doi.org/10.31501/esf.v0i18.11797

Palavras-chave:

Telejornalismo, mobilidade urbana, motocicletas, seguro DPVAT, newsmaking.

Resumo

O artigo problematiza as narrativas discursivas de jovens denominados “bichas pretas”, a partir das intersecções entre homofobia e racismo. Por meio de pesquisa em doze canais do YouTube, explicitamos a reivindicação por imagens que objetivam resistir ao apagamento de subjetividades negras e gays na mídia. Metodologicamente, a análise segue percurso bibliográfico e investigação exploratória para debater o YouTube como ferramenta de vocalização de sujeitos oprimidos pela heteronormatividade e racismo.

Biografia do Autor

  • Renata Rezende, Universidade Federal Fluminense
    Professora e Coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Mídia e Cotidiano e professora do Departamento de Comunicação Social da Universidade Federal Fluminense, UFF/Brasil. Doutora em Comunicação com estágio de pesquisa de pós-doutorado na Université René Descartes, ParisV/Sorbonne/França. Coordenadora do Grupo de Pesquisa MULTIS – Núcleo de Estudos e Experimentações do Audiovisual e Multimídia.
  • Diego Cotta, Universidade Federal Fluminense
    Doutorando e Mestre em Mídia e Cotidiano pela Universidade Federal Fluminense – UFF/Brasil. Graduado em Comunicação Social - Habilitação Jornalismo pela Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ/Brasil. Participa do grupo de pesquisa MULTIS - Núcleo de Estudos e Experimentações do Audiovisual e Multimídia do PPGMC-UFF.

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Publicado

2020-11-23

Edição

Seção

Dossiê Comunicação, Interseccionalidade e a Promoção da Igualdade Étnico-Racial

Como Citar

"Bichas pretas" na disputa por representatividade midiática. (2020). Esferas, 18, 98. https://doi.org/10.31501/esf.v0i18.11797