Narrativas fictícias e sensibilidades humanas: a performance do indivíduo em Austen

Autores

DOI:

https://doi.org/10.31501/esf.v0i18.12412

Resumo

Este trabalho analisa a transformação do indivíduo na narrativa, por meio de uma comparação entre Orgulho e Preconceito (1813), de Jane Austen, e a adaptação The Lizzie Bennet Diaries (2013). Partindo do princípio que as obras de Austen permitem a compreensão de sensibilidades humanas, observam-se as (dis)similaridades em torno da performance do indivíduo no livro e na série digital. Para tanto, empreende-se uma revisão do conceito de “indivíduo” em Simmel (1998), Dumont (2000) e Ariès (2009).

Biografia do Autor

  • Bruna Santana Aucar, Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro
    Professora do Departamento de Comunicação da PUC-Rio. Coordenadora do Laboratório de Antropologia do Consumo da PUC-Rio. Editora do site do Programa de Pós-graduação em Comunicação da PUC-Rio e professora-assistente da coordenação do PPGCOM PUC-Rio.
  • Thais Dias Delfino Cabral, Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro
    Doutoranda do Programa de Pós-graduação em Comunicação da PUC-Rio. Mestre em Comunicação pela mesma instituição. Integrante do Laboratório de Antropologia do Consumo da PUC-Rio.

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Publicado

2021-02-08

Edição

Seção

Comunicação e as performances da cultura

Como Citar

Narrativas fictícias e sensibilidades humanas: a performance do indivíduo em Austen. (2021). Esferas, 19, 105-115. https://doi.org/10.31501/esf.v0i18.12412