Empoderamento feminino e a cena-digital da música preta brasileira

Autores

  • Lara Lima Satler
  • Luciene de Oliveira Dias
  • Renata de Lima Silva

DOI:

https://doi.org/10.31501/esf.v0i19.12872

Palavras-chave:

Fisioterapia, Pilates, Flexibilidade, Capacidade Funcional, Idosos

Resumo

Em uma articulação entre comunicação, antropologia e performances culturais realiza-se uma discussão sobre a atuação de cantoras negras (cis e trans). Para tanto, seleciona-se três cantoras, Karol Conka, Linn da Quebrada e Ludmilla e a partir de um videoclipe de cada uma, problematiza-se a sexualização/erotismo do corpo feminino e negro no limiar entre a liberdade e as amarras do patriarcado. Nesta análise, toma-se a plataforma do YouTube, com ambiente digital de performance mediada.

Biografia do Autor

  • Lara Lima Satler

    Doutora em Arte e Cultura Visual (PPGACV/ FAV / UFG) Professora Adjunto da Universidade Federal de Goiás, atuando no Programa de Pós-Graduação Interdisciplinar em Performances Culturais (PPGIPC) e no curso de Comunicação Social - Publicidade e Propaganda na Faculdade de Informação e Comunicação (FIC).

  • Luciene de Oliveira Dias

    Doutora em Antropologia Social pelo Departamento de Antropologia (DAN) da Universidade de Brasília (UnB). Coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Performances Culturais, da Faculdade de Ciências Sociais da Universidade Federal de Goiás (UFG).

  • Renata de Lima Silva

    Doutora em Artes (2010) pelo Programa de Pós-graduação em Artes da Unicamp, Professora do curso de Licenciatura em Dança da Universidade Federal de Goiás, líder do Núcleo de Pesquisa e Investigações Cênica Coletivo 22.

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Publicado

2021-02-08

Edição

Seção

Comunicação e as performances da cultura

Como Citar

Empoderamento feminino e a cena-digital da música preta brasileira. (2021). Esferas, 19, 138-152. https://doi.org/10.31501/esf.v0i19.12872