O roteiro de A hora dos ruminantes – os limites do literário e a ferramenta do narrador-cantador

Autores

DOI:

https://doi.org/10.31501/esf.v1i21.13111

Resumo

Tratamos aqui do roteiro cinematográfico não-filmado e inédito de A hora dos ruminantes, escrito pelo cineasta Luiz Sergio Person e pelo crítico e roteirista Jean-Claude Bernardet em 1967, adaptado da obra de José J. Veiga. Discutimos o caráter literário do roteiro a partir da aproximação intertextual com o conto Cara de Bronze de João Guimarães Rosa, e tratamos do problema do narrador, em especial do narradorcantador, em diálogo com o filme Deus e o Diabo na terra do sol de Glauber Rocha.

Biografia do Autor

  • Marcelo Cordeiro de Mello, Doutor em Estudos Literários pela Universidade Federal de Minas Gerais
    Marcelo Cordeiro de Mello é Doutor em Estudos Literários pela Universidade Federal de Minas Gerais (2019). Mestre em Literatura Portuguesa pela Universidade Paris IV, Sorbonne (2011). Graduado pela Universidade de Brasília: Bacharel em Letras Português (2007) e Licenciado em Francês (2013). Tem experiência na área de Letras, com ênfase em Língua e Literatura. Lecionou Língua portuguesa e respectiva literatura na Faculdade Evangélica de Brasília e no Liceu Francês de Brasília (2012-2014). Atuou como Assistente de Língua Portuguesa da Academia de Bordeaux, França (2010-2011). Foi Leitor de Língua Portuguesa da Universidade de Bourgogne, França (2008-2010).

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Publicado

2021-10-21

Edição

Seção

Dossiê Estudos de roteiro: histórias e poéticas entre a palavra e a imagem

Como Citar

O roteiro de A hora dos ruminantes – os limites do literário e a ferramenta do narrador-cantador. (2021). Esferas, 1(21), 147-166. https://doi.org/10.31501/esf.v1i21.13111