O grotesco midiático e a resistência de corpos travestis em reportagens policiais

Autores

  • Weberson Ferreira Dias Universidade Federal de Goiás image/svg+xml
  • Suely Henrique de Aquino Gomes Universidade Federal de Goiás image/svg+xml
  • Deyvisson Pereira da Costa Universidade Federal de Mato Grosso image/svg+xml
  • Mayllon Lyggon de Sousa Oliveira Universidade Federal de Goiás image/svg+xml

DOI:

https://doi.org/10.31501/esf.v1i27.14210

Palavras-chave:

Comunicação. Humor. Travestis. Youtube. Cartografia.

Resumo

O artigo analisa a subversão travesti em reportagens do Youtube em 2009 e 2015. A cartografia deleuziana, a partir da noção de agenciamento, foi a metodologia adotada. Identificou-se que um dos principais recursos comunicativos utilizados por esse público foi o humor-resistência, que tenta desvinculá-las da marginalidade, embora o jornalismo intente posicioná-las. Graças ao riso, as travestis são protagonistas de sua história, e abrem possibilidades de visibilidade e respeito.

Biografia do Autor

  • Weberson Ferreira Dias, Universidade Federal de Goiás

    Doutorando em Comunicação pela Universidade Federal de Goiás (UFG).

  • Suely Henrique de Aquino Gomes, Universidade Federal de Goiás

    Docente do Programa de Pós-Graduação em Comunicação, Cultura e Cidadania da Universidade Federal de Goiás (PPGCOM/UFG).

  • Deyvisson Pereira da Costa, Universidade Federal de Mato Grosso

    Docente no Programa de Pós-Graduação em Estudos de Cultura Contemporânea (ECCO/UFMT).

  • Mayllon Lyggon de Sousa Oliveira, Universidade Federal de Goiás

    Doutor em Comunicação pela Universidade Federal de Goiás (UFG).

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Publicado

2023-08-26

Edição

Seção

Comunicação, Gêneros e Sexualidades

Como Citar

O grotesco midiático e a resistência de corpos travestis em reportagens policiais. (2023). Esferas, 1(27), 1-23. https://doi.org/10.31501/esf.v1i27.14210