Ativismo e pertencimento do fandom brasileiro na edição sueca de Drag Race

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DOI:

https://doi.org/10.31501/esf.v1i32.15233

Resumo

Analisamos o ativismo do fandom brasileiro do reality show competitivo Drag Race a partir da participação da competidora Fontana na versão sueca do programa. Avaliamos publicações, no X, com denúncia de ataques de ódio e xenofobia contra a drag queen e o engajamento de diversos fãs brasileiros da franquia em sua defesa. Coletamos e mapeamos os contextos conversacionais produzidos pelos fãs e percebemos que as noções de pertencimento e identificação foram os principais norteadores da performance.

Biografia do Autor

  • Mayka Castellano, Universidade Federal Fluminense (UFF)
    Professora do Programa de Pós-Graduação em Comunicação e do departamento de Estudos Culturais e Mídia da Universidade Federal Fluminense (UFF). Doutorado e pós-doutorado pela Escola de Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (ECO-UFRJ)
  • Lucas de Sá, Universidade Federal Fluminense

    Mestrando em Comunicação na Universidade Federal Fluminense (UFF) e bacharel em Rádio, TV e
    Internet pela Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF). Membro dos grupos de pesquisa Mídias Digitais, Identidade e Comunicação (MiDICom/UFF) e Núcleo de Estudos em Comunicação, Massa e Consumo (NEMACS/UFF). Pesquisador no Observatório da Qualidade no Audiovisual (UFJF).

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Publicado

2025-05-01

Como Citar

Ativismo e pertencimento do fandom brasileiro na edição sueca de Drag Race. (2025). Esferas, 1(32). https://doi.org/10.31501/esf.v1i32.15233