Um super-herói para chamar de seu: O doutrinador e a masculinidade neoautoritária

Autores

DOI:

https://doi.org/10.31501/esf.v1i33.15953

Resumo

A partir da análise de O Doutrinador (2018), o artigo explora como a crítica à corrupção no Brasil, após os protestos de junho de 2013, foi instrumentalizada de modo a promover a figura do macho neoautoritário. Articulando a popularidade das narrativas de super-heróis ao movimento sociopolítico que culminou na eleição de Jair Bolsonaro, o filme reencena o mito da violência sacrificial e se apropria de uma retórica revolucionária para dissimular um discurso nacionalista antiestatal e autoritário.

Biografia do Autor

  • Jeremy Lehnen, Brown University

    Associate director of Center for Language Studies and director of the Brazil Initiative at the Watson Institute

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Publicado

2025-09-08

Edição

Seção

Cultura visual e violências

Como Citar

Um super-herói para chamar de seu: O doutrinador e a masculinidade neoautoritária. (2025). Esferas, 1(33). https://doi.org/10.31501/esf.v1i33.15953