O caso Ocupe Estelita e a emergência de novas vozes no debate político

Autores

  • Ricardo José Torres Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)
  • Rogério Christofoletti Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)

DOI:

https://doi.org/10.31501/esf.v2i7.6330

Palavras-chave:

jornalismo, eixos de produção de sentido, Iraque

Resumo

O estudo verifica de que forma grupos com interesses em comum estão utilizando as mídias sociais como uma alternativa para a disseminação de informação política. A partir do caso Ocupe Estelita (grupo que pretende discutir o planejamento urbano da cidade do Recife, especialmente o aproveitamento da área de 10 hectares do Cais José Estelita) são discutidos o deslocamento e a reconfiguração dos conteúdos e as possíveis consequências desses aspectos para o jornalismo sobre política.

Biografia do Autor

  • Ricardo José Torres, Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)
    Mestrando em Jornalismo pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), bolsista da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). É pesquisador do Observatório da Ética Jornalística (objETHOS). Possui graduação em Jornalismo pela Universidade do Oeste de Santa Catarina (Unoesc, 2010); Pós-Graduação em Gestão Pública Municipal pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC, 2013) e Pós-Graduação em Marketing Digital e Mídias Sociais pela Universidade do Oeste de Santa Catarina (Unoesc, 2013). Possui experiência em jornalismo impresso, rádio e assessoria de comunicação (com ênfase em jornalismo político).
  • Rogério Christofoletti, Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)
    Professor e pesquisador do Departamento de Jornalismo da Universidade Federal de Santa Catarina, é jornalista, mestre em Linguística e doutor em Ciências da Comunicação. Autor de três livros e organizador de outros sete, tem dezenas de artigos publicados em periódicos científicos, tratando de temáticas como Ética Jornalística, Crítica de Mídia, Novas Tecnologias e Educação. Como pesquisador, já desenvolveu projetos com financiamento da UNESCO, UOL, CNPq, EBC, ANDI e Fapesc. Foi vice-presidente do Sindicato dos Jornalistas de Santa Catarina (2002-2004) e coordenou a Rede Nacional de Observatórios de Imprensa (Renoi, 2005-2009). Foi ainda membro do Conselho Científico da SBPJor (2009-2011). Desde 2009 é um dos líderes do Observatório da Ética Jornalística (objETHOS) e editor da revista Estudos em Jornalismo e Mídia (UFSC). De 2012 a 2014, foi coordenador do Programa de Pós-Graduação em Jornalismo da UFSC. Em 2010, venceu o Prêmio Luiz Beltrão/Intercom na categoria Liderança Emergente. É consultor ad-hoc de CNPq, Capes e Fapesc.

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Publicado

2016-05-18

Edição

Seção

Dossiê Movimentos Insurgentes

Como Citar

O caso Ocupe Estelita e a emergência de novas vozes no debate político. (2016). Esferas, 2(7). https://doi.org/10.31501/esf.v2i7.6330