Raça e gênero em Pantera Negra: um olhar decolonial

Autores

DOI:

https://doi.org/10.31501/esf.v0i18.11925

Palavras-chave:

Treino Intervalado, Funções Cognitivas, Depressão, Idoso

Resumo

Neste artigo, à luz de teorias decoloniais, analisamos a personagem Okoye, uma general responsável pelo exército real de Wakanda, país fictício do continente africano, nunca colonizado, retratado no longa Pantera Negra (Ryan Coogler, 2018). Nesse ambiente, Okoye surge como uma guerreira multifacetada. Este trabalho se guia pela seguinte pergunta: é possível identificar artifícios estéticos e narrativos na obra que causam distúrbios nos códigos coloniais de representação das mulheres negras?

Biografia do Autor

  • Mayka Castellano, Universidade Federal Fluminense (UFF)
    Professora do Programa de Pós-Graduação em Comunicação e do departamento de Estudos Culturais e Mídia da Universidade Federal Fluminense (UFF). Doutorado e pós-doutorado pela Escola de Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (ECO-UFRJ)
  • Pollyane Belo, Universidade Federal Fluminense
    Mestre pelo Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Universidade Federal Fluminense. Bacharel em Estudos de Mídia pela mesma instituição.

Downloads

Publicado

2020-11-23

Edição

Seção

Dossiê Comunicação, Interseccionalidade e a Promoção da Igualdade Étnico-Racial

Como Citar

Raça e gênero em Pantera Negra: um olhar decolonial. (2020). Esferas, 18, 111. https://doi.org/10.31501/esf.v0i18.11925