Memória, ditadura e crítica da razão biográfica no jornalismo

Autores

DOI:

https://doi.org/10.31501/esf.v1i25.14100

Palavras-chave:

Jornalismo. Histórias de vida. Memória. Ditadura Militar. Daniela Arbex., reportagem, histórias de vida, memória, ditadura militar, Daniela Arbex

Resumo

Com base em estudos históricos, filosóficos e da crítica literária sobre o gênero biográfico, este artigo debate a natureza híbrida da escrita da vida, dependente da ficção e da realidade. Analisa os usos do (auto)biográfico no livro reportagem Cova 312, de Daniela Arbex (2015), que conta histórias de vida atravessadas pela ditadura militar brasileira (1964-1985). Nele, os relatos sugerem um duplo exercício ético-político: de memória e de crítica da razão biográfica.

Biografia do Autor

  • Cândida de Oliveira, Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), Ponta Grossa, PR, Brasil

    E-mail para contato: candida.oliveira07@gmail.com

    Professora no Curso Graduação em Jornalismo da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), PR. Doutora e mestra em Jornalismo pelo Programa de Pós-graduação em Jornalismo da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), SC.

  • Jorge Kanehide Ijuim, Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Florianópolis, SC, Brasil

    E-mail para contato: ijuimjor@gmail.com

    Professor no Curso de Graduação em Jornalismo da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Doutor em Ciências da Comunicação/Jornalismo pela Escola de Comunicações e Artes da USP.

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Publicado

2022-11-17

Edição

Seção

Comunicação e estudos biográficos

Como Citar

Memória, ditadura e crítica da razão biográfica no jornalismo. (2022). Esferas, 1(25), 120-136. https://doi.org/10.31501/esf.v1i25.14100