Um retrato do telejornalismo na Bahia: diferentes versões sobre racismo

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DOI:

https://doi.org/10.31501/esf.v1i28.14672

Resumo

Este artigo analisa a representatividade racial no telejornalismo da Bahia, estado com 80,8% de negros e com a maior população preta do Brasil. Pretende-se responder em que medida a branquitude contribui para a manutenção do racismo no jornalismo televisivo. Com base em entrevistas estruturadas, os fundamentos teóricos contam com Cardoso (2020), Kilomba (2019) e Sodré (2022). O estudo reafirma os espaços de privilégio destinados à raça branca e revela práticas de racismo no telejornalismo baiano.

Biografia do Autor

  • Taianne de Lima Gomes, Universidade Federal do Rio Grande do Norte - UFRN

    Doutora e mestra em Estudos da Mídia, pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). Pós-graduada em Gestão Estratégica da Comunicação, pela FACHA, e em Assessoria de Comunicação, pela UNIFOR. Graduada em Relações Públicas e Jornalismo. Analista de Gestão - Comunicadora Social da Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU).

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Publicado

2023-12-26

Edição

Seção

Pensamentos comunicacionais afrodiaspóricos

Como Citar

Um retrato do telejornalismo na Bahia: diferentes versões sobre racismo . (2023). Esferas, 1(28). https://doi.org/10.31501/esf.v1i28.14672