En/carnações terrenas e po/éticas secrecionais

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DOI:

https://doi.org/10.31501/esf.v1i33.15961

Resumo

O presente artigo analisa práticas artísticas que recorrem ao sangue e a resíduos corporais como forma de denúncia da violência no México e na América Latina. A partir de referências teóricas como Benjamin, Kristeva, Didi-Huberman e Artaud e de obras de artistas como Ana Mendieta, Rosemberg Sandoval, Rosa María Robles e Teresa Margolles, refletimos sobre como a arte pode transformar vestígios abjetos em gestos de memória, resistência e religação comunitária. O texto articula estética e política para pensar o sangue como presença espectral e sintoma da violência contemporânea. 

Biografia do Autor

  • Ileana Diéguez, Universidad Autónoma Metropolitana de México

    Professora pesquisadora do Departamento de Humanidades da Universidad Autónoma Metropolitana (UAM), campus Cuajimalpa, Cidade do México.

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Publicado

2025-09-08

Edição

Seção

Cultura visual e violências

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