Artivismos entre Brasil e Quênia: Diálogos decoloniais Sul -Sul em oficinas de animação sobre Marielle Franco e Wangari Maathai

Autores

DOI:

https://doi.org/10.31501/esf.v2i36.16842

Resumo

Analisamos experiências de artivistas brasileiros e quenianos que utilizaram a animação para desafiar hierarquias coloniais. Com base em observações etnográficas, entrevistas e oficinas em Nairóbi e Salvador, articulamos perspectivas decoloniais e feministas interseccionais, enfatizando conhecimentos situados e lugares de fala. Argumentamos que o artivismo favorece diálogos, trocas de saberes e conexões transformadoras Sul-Sul.

Biografia do Autor

  • Isabella Rega, Haute École de Gestion de Genève (HES-SO)

    Doutora; Haute École de Gestion de Genève (HES-SO), Suíça

  • Monique Paulla, Universidade Federal Fluminense

    Doutora e Mestre em Mídia e Cotidiano pelo Programa de Pós-Graduação em Mídia e Cotidiano da Universidade Federal Fluminense (UFF), onde realizou o doutorado com bolsa da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES). É graduada em Comunicação Social, com habilitação em Relações Públicas, pelas Faculdades Integradas Hélio Alonso (FACHA), possui MBA em Administração de Marketing e Comunicação Empresarial pela Universidade Veiga de Almeida (UVA) e especialização em Comunicação Digital pela Fundação Getulio Vargas (FGV), em andamento.

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Publicado

2026-08-28

Edição

Seção

Dossiê Memória e Epistemologias do Sul Global

Como Citar

Artivismos entre Brasil e Quênia: Diálogos decoloniais Sul -Sul em oficinas de animação sobre Marielle Franco e Wangari Maathai. (2026). Esferas, 2(36). https://doi.org/10.31501/esf.v2i36.16842