Não se nasce feminista, torna-se: uma análise do filme As Sufragistas

Authors

  • Aline da Silva Schons Universidade de Brasília (UnB)
  • Lilliane Maria Macedo Machado Universidade de Brasília, Programa de Pós-graduação em Comunicação da Faculdade de Comunicação (PPGCom FAC/UnB).
  • Tatiana Regina Gomes Amorim Universidade de Brasília (UnB)

DOI:

https://doi.org/10.31501/esf.v0i19.12413

Abstract

O artigo busca compreender como a protagonista do filme As Sufragistas é construída discursivamente pela narrativa enquanto feminista. A análise é mediada pelos estudos feministas e de gênero, de comunicação e pela análise de discurso de linha francesa. Buscamos entender o que leva Maud a mudar o seu posicionamento, o que deu força à personagem, e se existem semelhanças entre a época retratada no filme e a atualidade. Pressupomos que a obra mostra o movimento sufragista sob a ótica das mulheres, apontando para três formações discursivas: violência, estereótipos e sororidade.

Author Biographies

  • Aline da Silva Schons, Universidade de Brasília (UnB)
    Mestra em Comunicação pela Universidade de Brasília (UnB). Bacharela em Comunicação Social - Jornalismo e em Administração pela Universidade Católica de Brasília (UCB).
  • Lilliane Maria Macedo Machado, Universidade de Brasília, Programa de Pós-graduação em Comunicação da Faculdade de Comunicação (PPGCom FAC/UnB).
    Professora da faculdade de comunicação da Universidade de Brasília (UnB). Doutora em História pela UnB e mestre em História pela UnB.
  • Tatiana Regina Gomes Amorim, Universidade de Brasília (UnB)
    Doutoranda pelo PPGCom da FAC/UnB, sob a orientação da professora Dra. Liliane Machado. Mestre em comunicação e práticas de consumos pela ESPM.

Published

2021-02-08

Issue

Section

Comunicação e as performances da cultura

How to Cite

Não se nasce feminista, torna-se: uma análise do filme As Sufragistas. (2021). Esferas, 19, 116-127. https://doi.org/10.31501/esf.v0i19.12413