A escrita cinematográfica de Mário de Andrade em "Amar, verbo intransitivo"
DOI:
https://doi.org/10.31501/esf.v1i21.13106Abstract
No Brasil, a obra de Mário de Andrade ilustra a estreita relação de nossas vanguardas literárias com a estética cinematográfica, da qual se valeram os escritores modernistas com o intuito de reproduzir o efeito de simultaneidade na representação da vida moderna. Este artigo apresenta, portanto, uma análise de Amar, verbo intransitivo (1927), para discutir o que pode ser entendido como uma escrita cinematográfica no romance, com o intuito de compreender que efeitos estéticos e de sentido resultam dessa elaboração.Downloads
Published
2021-10-21
Issue
Section
Dossiê Estudos de roteiro: histórias e poéticas entre a palavra e a imagem
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How to Cite
A escrita cinematográfica de Mário de Andrade em "Amar, verbo intransitivo". (2021). Esferas, 1(21), 108-126. https://doi.org/10.31501/esf.v1i21.13106











