Hipoplasia de Esmalte como Sequela de Terapia Antineoplásica: Relato de Caso

Autores

  • Ana Paula Ribeiro do Vale Pedreira Universidade Católica de Brasília image/svg+xml

Palavras-chave:

Trabalhadores, Educação, Professores, Saúde, Doenças do Trabalho.

Resumo

Objetivo: Relatar o caso de hipoplasia de esmalte decorrente de tratamento antineoplásico, abordando técnicas reabilitadoras adesivas diretas. Relato: Paciente T. S. B., 13 anos, submetida à terapia antineoplásica com quimioterápicos e radioterapia devido à leucemia aos dois anos de idade, apresentou-se ao exame clínico portando hipoplasia de esmalte nos incisivos, caninos e primeiros molares superiores e inferiores. O planejamento proposto incluiu clareamento e dessensibilização, seguidos da confecção de facetas diretas em resina composta. Considerações clínicas: Por meio da associação de materiais e técnicas adesivas  conservadoras, obteve-se resultados estético e funcional aceitáveis, com mínima destruição de tecido dentário e reduzido tempo clínico.

Biografia do Autor

  • Ana Paula Ribeiro do Vale Pedreira, Universidade Católica de Brasília

    Faculdade de Odontologia

    Universidade Católica de Brasília

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Publicado

2017-02-03

Edição

Seção

Relato Clínico